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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

O Princesa, o livro.


       "...minha cotovia, meu sabiá pressuroso e brejeiro. Não me dá ouvidos, quando na minha eloquencia não a deixo entremear frases ou declarações, invariavelmente com pouco sentido! Acudo-lhe ligeiro, quando algum assunto lhe causa desconforto, seja pela ignorância, seja pela timidez, ou quando mais afoito, causo rubores em sua  donzelice!
Mas que fazer? O sangue começa a ferver e a circular com mais viço. Precisamos de maior espaço para promover e encurtar nossos caminhos, estreitar nosso relacionamento. Marcamos o encontro familiar para que acontecesse em um final de semana, sábado, em um dia de festa. Estamos em abril, mas o calor se sobrepõe as poucas brisas que sopram. Meu amigo, é difícil lidar com as artimanhas e seduções desta menina! As vezes, parece que perderei a razão, voando-lhe em cima...."

                Trecho da carta de Manoel Coutinho de 30 de abril de 1928.

                                                                        ¨

trecho do livro " O Princesa"

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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

O Princesa, o livro

 

        E  desandou a falar de Manoel como quem fala de um amante que partiu a menos de dois meses, e não há 75 anos. As comidas que comeu, as músicas que ouviu, as danças, os batuques e oferendas  que Manoel Coutinho conheceu e se encantou naqueles dias. Todos fascinados pelo bom casamento que poderia ser realizado, com o bom partido caído do céu. Manoel Coutinho encantava a todos nas festas com  explanações sobre temas financeiros e tergiversações. Mas “caldo bom demora no fogo”, me disse Don’Ana, e o seu doce Manoel caía em contradições. Não se explicava direito à sua família: onde morava, onde trabalhava, calava-se sobre pai e mãe; e quando ela bateu pé, “não me importo, caso e pronto”, encurralaram Manoel. Dizer que não aguardou o seu retorno por anos, ela não pode dizer; “- Menino, “taria” mentindo!”.

        Um inocente enlace com aquele homem que considerava como sendo seu grande e único amor, desandou em anos de mágoas, saudades e mistérios que somente agora, 75 anos depois, através de algumas cartas encontradas casualmente, começam a ser elucidados.
        As pistas sobre o paradeiro daquele homem e de seu estranho desfalque, tornarão o ano de 2004 inesquecível para o pesquisador e analista de manuscritos do Arquivo Geral Telio Tamaras. 

        O pai de seus filhos, foram 2 meninos e 3 meninas, nunca soube, ou nunca perguntou. Ela  cansou de se perguntar: o  Manoel,  aonde andaria?



trecho do livro " O Princesa"


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domingo, 26 de dezembro de 2010

Um livro

        Terminei. E quando coloquei o ponto final, pensei, e agora? Claramente a vontade de publicar é grande, enorme. Acredita-se na exclusividade, na contemporaneidade, em mil atrativos para publica-lo e semelhantes mil  desculpas para esquece-lo.
        E a pressa em ve-lo! O que? 8 meses, talvez mais para que alguém leia e decida se vai publica-lo ou não? Envia-lo para várias editoras e acreditar, acreditar em que? Mas a casa cai realmente, é quando voce toma conhecimento da quantidade de pessoas vivendo a mesma situação. Haja paciência. E se eu morrer? Sei lá! 
        Ah! E lembre-se:  o livro esta terminando. Esta forma de leitura esta fluindo para uma nova tecnologia de impressão. Não iria dar tempo de publicar o meu livro pelo método "tradicional". E pelo menos o meu primeiro livro tinha que ser de papel, e será! E foi. Pouquinho, tiragem pequena, mas foi. E através deste blog, será comercializado. Caso voce tenha a mesma curiosidade do meu protagonista, voce também irá querer lê-lo. Em caso de dúvidas sobre o livro, retorne  novamente ao blog. Há trechos do livro, elucidando, moderamente, a história. Há o resumo também, aqui. O  resto, bem...o resto tem que se ler, né?


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